- Por que choras assim, tão tristemente moça?
- Não sei moço.
- Como não sabes? Não sabes o que se passa aí dentro de ti?
- Sei que dói. Só isso.
- Ora, tente não sentir aquilo que não lhe alegra, moça.
- Eu queria não sentir, moço, juro que queria.
- Sinta sim. Mas sinta coisas boas. Se quiseres, pode sentir meu abraço…
- Mas moço, minhas lágrimas irão molhar tua camiseta.
- Camisetas secam e abraços não se recusam, moça.
- Tristeza pega moço? E se eu te abraçar e lhe contaminar com tristeza? Ah, isso seria terrível moço.
- Sou vacinado, moça. Não preocupe-se a toa.
- Mas e se eu…
- Me abraça moça boba.
- Teu abraço é quente. É macio moço. É confortante.
- (sorri, encantadoramente)
- Mas moço, me fala teu nome?
- Meu nome é sonho. E, moça, já está na hora de você acordar pra realidade. (paranóiaadolescente)
- Não sei moço.
- Como não sabes? Não sabes o que se passa aí dentro de ti?
- Sei que dói. Só isso.
- Ora, tente não sentir aquilo que não lhe alegra, moça.
- Eu queria não sentir, moço, juro que queria.
- Sinta sim. Mas sinta coisas boas. Se quiseres, pode sentir meu abraço…
- Mas moço, minhas lágrimas irão molhar tua camiseta.
- Camisetas secam e abraços não se recusam, moça.
- Tristeza pega moço? E se eu te abraçar e lhe contaminar com tristeza? Ah, isso seria terrível moço.
- Sou vacinado, moça. Não preocupe-se a toa.
- Mas e se eu…
- Me abraça moça boba.
- Teu abraço é quente. É macio moço. É confortante.
- (sorri, encantadoramente)
- Mas moço, me fala teu nome?
- Meu nome é sonho. E, moça, já está na hora de você acordar pra realidade. (paranóiaadolescente)
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